quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Padre mantinha esqueletos de gigantes no Equador

Padre Carlos Vaca era um sacerdote católico que guardou por décadas os restos de esqueletos humanoides de enorme tamanho. A maioria dos fragmentos ósseos foram desenterrados de um local chamado “Changaiminas” no Equador.

Há incontáveis histórias de incríveis descobertas que têm sido feitas ao redor do planeta, e o Equador é o lar de muitos estranhos achados. Uma das recentes descobertas mais populares é a assim chamada Cidade de Gigantes, que foi encontrada por um grupo de exploradores na selva do Equador. Curiosamento o termo “Changaiminas” significa “Cemitério dos Deuses”.

Além da misteriosa cidade, no passado as pessoas descobriram esqueletos de gigantes em diferentes partes do Equador. Nas regiões do sul do Equador, perto da fronteira com o Peru, foram encontrados todos os tipos de coisas estranhas. De acordo com relatos, os especialistas encontraram ossos e esqueletos que são similares aos dos humanos, exceto muito maiores.





Importante: As imagens que mostram o esqueleto gigante em pé são uma reconstrução dos fragmentos que foram encontrados no Equador na década de 1960, e o esqueleto pode ser visitado no Mystery Park, em Interlaken, na Suíça, desde 2004.

Muitos destes esqueletos e ossos permaneceram escondidos do público em coleções particulares ao redor do globo. Um dos mais famosos guardiões de “esqueletos gigantes” foi o Pe. Carlos Miguel Vaca Alvarado, que guardou, até sua morte em 1999, vários ossos e fragmentos desenterrados de um local chamado “Changaiminas”, no Equador.

O Padre Carlos Vaca era um sacerdote católico, músico, e arqueólogo que descobriu em 1965 – coincidentemente no mesmo ano da expedição de Juan Moricz na caverna Tayos e a descoberta de um mundo subterrâneo – um assentamento arqueológico de esqueletos gigantes que foram mais tarde exibidos em seu museu, localizado em Changaimina, conhecido como “Museo del Padre Vaca”, onde ele mantinha vários objetos que foram descobertos nas terra de propriedade do Sr. Luis Guamán.




A coleção incluía ossos de gigantes, com 7 metros de altura, os quais habitavam o Equador e outras partes da América há milhares de anos.

A coleção também era composta por estranhos utensílios, minerais e compostos de “propriedade mágica” que, de acordo com muitos escritores, explicariam os numerosos mistérios arqueológicos que ainda não foram decifrados.

Alguns dos fragmentos de ossos foram supostamente enviados ao Instituto Smithsoniano para maiores análises. Relatos dos esqueletos e seus paradeiros foram levados ao ar num programa de TV no Equador, pelo renomado diretor Alfonso Espinosa de los Monteros.

Após a morte do Pe. Vaca, o conteúdo do seu museu foi saqueado.

Além dos esqueletos de imensa proporção, os pesquisadores descobriram muitos lugares curiosos no Equador. A Cidade Perdida dos Gigantes é um deles.

Abaixo, um artigo no site Earth4All, escrito por Bruce Fenton, sobre uma das descobertas:
 
Em 2012, um grupo de aventureiros equatorianos foi levado para dentro da selva, a fim de procurar o que tinham visto em uma velha fotografia.
 
Na primeira tentativa eles se perderam, todavia o destino lhes forneceu um golpe de sorte, e eles encontraram um segundo sítio megalítico, uma estranha plataforma de pedra situada às margens de um pequeno rio. Esparramados no chão da floresta e também na água estavam vários artefatos e objetos de pedra.
 
Até agora, estes artefatos não foram equiparados a quaisquer culturas conhecidas e, pela maior parte, até mesmo suas funções ainda são um mistério. Logo após, o mesmo grupo lançou uma segunda tentativa para encontrar o muro megalítico em sua foto, desta vez encontrando o sítio.
 
Graças aos nossos esforços de tornar a população ciente desta incrível descoberta, imagens e vídeo da expedição e de outras que seguiram tem enviado ondas de choque através da comunidade arqueológica mundial. Nenhum especialista foi capaz de oferecer uma explicação para quem poderia ter sido responsável por este sítio, nem quando ele poderia ter sido construído.
 
Simplesmente, não é razoável pensar que estes sítios foram construídos no interior perigoso de Llanganates; ao invés disso, somente faz sentido presumir que estas estruturas foram construídas numa época em que a selva não estava presente.  A questão então é se isto poderia ter acontecido há séculos, ou, muito mais provável, há muitos milênios em nosso passado.

Fonte: LINK 



2 comentários:

  1. Bom dia a todos, quero lembrar que a lógica da biologia aceita como verdade que quanto mais vive um animal, maior é ele, então se tomamos as datas bíblicas como dicas sobre homens de 900 anos (matusalém viveu 969) haveremos encontrado o lugar onde os homens(bíblicos) primitivos viveram antes do diluvio, após o qual as datas de vida se encurtam assim também como seu tamanho (o nosso atual). Abraços

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